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| ACORRENTADA ( ROSE AROUCK ) Sinto-me acorrentada aos teus desígnios. Meu beijo se perdeu no descaso de tua boca e tornei-me cativa, submissa, prisioneira, dessa cadeia louca. Sinto-me paralisada pela sombra da tua ausência e nesse sequestro mortal alimento-me das sobras dessa essência transformada em incoerência, estrangulada em potencial. Retenho-me sob o poder da tua descrença sórdida que afoga os meus princípios, matando em mim a esperança, descida pela garganta, vertida em taça que imantas por tuas mãos de artifícios. A corrente que me prende está fixada em ti. O álibi que te sustenta não atinge o mal que ostenta; é fúria que me orienta e mantém-me presa assim. |









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