| AUTO DA MINHA PREGUIÇA ( ROSE AROUCK ) Preguiça que iça a isca que atiça minha indolência mista. Sou mortiça; Nórdica,branca, de origem mística. Eu não herdei a preguiça ela que herdou a mim. Sobrevoa meu ar cansado, belisca meu corpo atado... Doloroso esse meu fardo, é uma reta que não tem fim. Meus olhos se perdem a esmo, meu canto não é o mesmo; entedio-me ao cantar. Madorrenta pachorra... Acuda-me...me socorra! Deus queira que eu não morra, pois ela quer me comer. Ahhh... que preguiça de escrever. |
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Atualizado em 05/09/2011








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