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| A MEIA LUZ ( ROSE AROUCK ) Nessa penumbra de sombras turvas estamos à sós. Mortiço abajur que nos clareia deixa o calor que nos rodeia Atiçado, aquecendo a nossa voz. Com teus gestos gentis, amado, amante, tiras de meu corpo febril e arrepiante, a roupa transparente sob a luz vermelha, e a labareda que seduz, se incendeia... Cobre-me com tua saliva umedecida; supre-me de gozo que me transforma enternecida tendo a vaga sensação que o mundo és tu... Nossas silhuetas se confundem na noite escura, imagens que se fundem guardadas pelo tépido abajur que a meia luz em nossa ânsia joga, proporcionando delírio que aflora espontâneo, de nossos corpos nus. |








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