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| Detenha-me! ( ROSE AROUCK ) Não deixe eu te deixar ir embora. Segura minha ânsia de soltar-te, de não deter-te simulando um fetiche nessa hora. Prenda-me em teus laços feitos de armadilha, deixe que eu te circunde feito uma ilha... Amarra-me com a corrente do fascínio. Seja não só meu amante, seja o meu cavaleiro andante de resoluto semblante que evitará o meu declinio. Escravize-me sob teu domínio. Enreda-me em teu tema. Devora minha luxúria envolvente e inclui meu torpor em mais um famigerado poema. Seduz meu corpo e o descompõe... Assim poderei deliciar-me ao sabor de te ver esmiuçando meu ventre estonteante, penetrando-me com um suspiro delirante, enquanto me debato sob a tua língua a me lamber. Arrebata egocêntrico a minha malícia e voa de encontro ao meu prazer. Não permita nunca que eu te solte. Mantém-te meu e conceda que eu volte a vivenciar em mim o teu querer. Não, não deixe nunca eu te perder! |








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