| A Nau dos Esquecidos ( Rose Arouck ) Perambulam entre os mares dos desgostos Proa e vela apontando o infinito São dezenas de almas que escondendo os rostos Vagueiam despejando o seu conflito. Esquecidos detém a saga injusta Rumo ao incerto que pontua o desatino Comem as migalhas que recebem nessa luta Travada em guerra contra o seu cruel destino. Partem de um porto com cáis podre e enegrecido Á frente o nada lhes aponta e lhes caçoa Saculejando-os com som esquálido e mesquinho. Confunde o mísero com o aspécto de pessoa. É maremoto, é tisuname, é ventania... Sem vela ao vento a lhes amputar a alegria. |








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