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[MISTURANDO-IDEIAS] [ cultura ] Luxor, Egipto

 
 
 
 
A Luxor moderna cresceu a partir das ruínas de Tebas, antiga capital do Império Novo (1550-1069 a.C.)
e situa-se a 670 km ao sul do Cairo. A sua riqueza, tanto arquitectónica como cultural,
fazem dela a cidade mais monumental das que albergam vestígios da antiga civilização egípcia.
 
 
O Nilo separa Luxor em duas partes: a margem oriental, outrora consagrada aos vivos,
onde encontramos os vestígios dos mais importantes templos consagrados aos deuses da mitologia egípcia,
e a margem ocidental, consagrada aos mortos, onde se localizam algumas das mais importantes necrópoles
do antigo Egipto, segundas em importância relativamente às existentes no planalto de Gizé, no Cairo,
e onde foram feitos alguns dos achados arqueológicos mais significativos da antiga civilização,
designadamente o túmulo de Tutankhamon, descoberto em 1922
pelo célebre arqueólogo e egiptólogo inglês Howard Carter.
 

Na margem Oriental encontram-se:
O Templo de Karnak, sendo o maior dos templos do antigo Egipto cujos vestígios chegaram até nós,
foi dedicado à tríade tebana divina de Amon, Mut e Khonshu, e foi sucessivamente aumentado
pelos diversos faraós, tendo levado mais de mil anos a construir.
 
 
Constitui uma mescla de vários templos fundidos num só. O seu grande destaque é a Grande Sala Hipóstila,
cujo tecto era suportado por 134 enormes colunas, ainda actualmente existentes,
e consideradas como sendo as maiores do mundo.
 

O Templo de Luxor, foi iniciado na época de Amenhotep III e só foi acabado no período muçulmano.
É o único monumento do mundo que contém em si mesmo documentos das épocas faraónica, greco-romana,
copta e islâmica, com nichos e frescos coptas e até uma Mesquita (Abu al-Haggag).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na margem Ocidental encontram-se: 
 O Vale dos Reis, principal necrópole real do Império Novo do antigo Egipto,
possui 62 túmulos dos faraós desse período e também os túmulos dos faraós Tutankamon, Ramsés IX,
Seti I, Ramsés VI e o de Horemheb.
 
 
Ainda hoje se continuam a retirar jóias dos túmulos dos filhos de Ramsés II.
Os túmulos aí existentes designam-se pelas siglas KV (significando Kings Valley, em português vale dos reis)
seguidas de um número, sendo este atribuído consoante a ordem cronológica da descoberta de cada túmulo.
 
 
No total existem 62 túmulos, sendo o mais importante precisamente o número 62, o do Faraó Tutankhamon,
mais pelo espólio do achado do que porventura a importância do faraó. Em 1994 os arqueólogos começaram
a escavar o túmulo KV5, considerado pouco importante até então.
Encontrou-se o maior e mais complexo túmulo do Vale dos Reis.
 
Julga-se ter encontrado o túmulo dos 52 filhos de Ramses II. Até agora foram descobertos uma sala
com 16 colunas, vários corredores e mais de 100 câmaras. Apesar de não terem sido encontrados tesouros,
foram no entanto recuperados do entulho milhares de artefactos. Os trabalhos arqueológicos,
ainda longe do fim, prolongar-se-ão por vários anos antes de se abrir o túmulo ao público.
 

O Vale das Rainhas, onde se destacam os túmulos do Príncipe Amenkhepchef, da Raínha Ti e
o da Raínha Nefertari, esposa do "super" Faraó Ramses II. Este último, foi aberto ao público em 1995.
 
 
No entanto, a entrada neste túmulo está actualmente vedada ao público para conservação dos hieróglifos, recentemente restaurados. Este túmulo dispõe de alguns dos mais bem conservados e coloridos hieróglifos egípcios.
 
 
O Templo mortuário da Raínha Hatshepshut, o seu estilo arquitectónico é único. Foi projectado e construído
por Senenmut, arquitecto da Rainha Hatshepsut. Esta Raínha (18ª Dinastia) governou como um autêntico faraó
sendo assim considerada a 1ª mulher chefe do Governo na História. Este templo constitui uma visão impressionante, tendo sido talhado parcialmente na rocha, e a visão do mesmo funde-se na grandeza da encosta calcária
que lhe serve de apoio. O templo foi posteriormente alterado por Ramses II e pelos seus sucessores,
e mais tarde os cristãos transformaram-no num mosteiro
(daí o nome Deir al-Bahri, que significa "Mosteiro do Norte").
 
 
Próximo ao templo principal situam-se as ruínas do Templo de Montuhotep II, Faraó da 11ª Dinastia
que unificou o Egipto, e o Templo de Tutmósis III, sucessor da Rainha Hatshepsut.
Colossos de Mémnon que flanqueavam a entrada do complexo da maior "casa da eternidade",
junto ao templo funerário de Amenhotep.
 

 

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