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| As Nossas Mortes Rose Arouck Imberbe ente que no berço jazia plena de gozo da inocente infância sob a custódia do amor que lhe cabia sonha feliz, colorida, bela criança. Mexeu no curto futuro que lhe sucedeu. Esticou o corpo pelo muito que aprendeu até que numa tarde feneceu. Reviveu num alabastro de cores do apogeu surgindo após a menina que cresceu. Sonha Mostra-se ativa por mais íntimo que se exponha e doura seus verdes anos com vaidade sorvendo o doce da felicidade, bailando com um ritmo que ponha mais tempero na tal ânsia que lhe invade. Um dia ela tomba e some envolvida pelo fogo que a consome. falece entre o caos da sociedade. Renasce a mulher esplendorosa fruta completa retratando-se na fase que lhe alerta a construir-se e atenta instruir-se sem entender o porque a vida disse e lhe jogou na fria realidade. Viveu bastante essa mulher ainda jovem alicerçou todos os anos que absorvem edificou um mundo ao seu redor Formou Casou Procriou Educou Acreditou... Que sua juventude fosse eterna, que a velhice fosse história de caverna e muito alegre ao desvairo se entregou... Supliciada ao encanto a que se rendeu em um dia frio essa mulher morreu... Renasceu no inverno da existência com olhos triste a pedir clemência vendo seu corpo débil modificado. Era a velhice com seu brio sentenciado. À principio ela quis se revoltar, depois sentiu que é melhor que não voltar. Voltou madura mais serena mais segura. Fincou raízes já com prontas diretrizes que seus pés trêmulos mas corajosos irão pisar. Sentiu-se de Deus a escolhida. Agradeceu ao Mundo a acolhida e resolvida quis sua experiência ensinar. Era sábia com a melhor maturidade, Enxerga mais com a alma, na sua melhor idade e admite que no fim sua sorte é verdadeira, embora sinta com toda sinceridade, que seu destino está traçado pela senilidade, pois essa certamente será, sua morte derradeira. |






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