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Ricardo
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De: <gratanova@yahoogrupos.com.br>
Data: 2 de fevereiro de 2011 12:40
Assunto: [GN] Resumo 5077
Para: gratanova@yahoogrupos.com.br
De: <gratanova@yahoogrupos.com.br>
Data: 2 de fevereiro de 2011 12:40
Assunto: [GN] Resumo 5077
Para: gratanova@yahoogrupos.com.br
Mensagens neste resumo (9 Mensagens)
- 1.
- Razões Pelas Quais a Bíblia Judaica, por David H. Stern [Pub De: Hélio de Menezes Silva
- 2.
- CONVERSA com uma jeovita - YouTube De: Airton Evangelista
- 3.
- As Setenta Semanas de Daniel -- Israel Reis De: Hélio de Menezes Silva
- 4.
- Salmo 150:1 – Céu; 150:4 – Flauta; 149:3 – De: Hélio de Menezes Silva
- 5.
- Enganos do Coração De: MENSAGENS QUE EDIFICAM
- 6.
- #305# Uma Erva Daninha -- Rejeite-a! De: Paulo Barbosa
- 7.
- sábado cravado na cruz De: Airton Evangelista
- 8.
- Dicionário de Nomes Próprios da Bíblia em Português. Vou De: Hélio de Menezes Silva
- 9.
- Pais helicópteros De: Norberto Carlos Marquardt
Mensagens
- 1.
-
Razões Pelas Quais a Bíblia Judaica, por David H. Stern [Pub
Enviado por: "Hélio de Menezes Silva" heliodemenezess@yahoo.com.br heliodemenezess
Ter, 1 de Fev de 2011 1:12 pm
Razões Pelas Quais a Bíblia Judaica, por David H. Stern [Publicada Pela Editora
Vida]é uma Heresia
A "Bíblia Judaica Completa" e o "Novo Testamento Judaico" são uma Perversão e
Distorção do Claro Significado das Escrituras.
Para começar, devo dizer que eu não sou, de forma nenhuma, contra o povo judeu,
nem sou contra os judeus que passaram a crer em Jesus. Este não é um ataque
contra eles, mas um ataque à tentativa do Sr. David Stern de destruir o
significado das Escrituras.
Na página xxi da introdução ao seu Novo Testamento Judaico, o Sr. Stern escreve:
"... Nesta escala, o Novo Testamento Judaico tende para o final da escala em
seguir o método de tradução por Equivalência Dinâmica [que não traduz
literalmente cada uma e todas as palavras que Deus fez escrever, mas ao
contrário, usa aquelas palavras, mesmo bastante diferentes, que o tradutor
entende que seriam melhores, segundo suas posições]. E, em certos pontos,
principalmente em relação à questão do Judaísmo [que o tradutor acha que ainda
deveria plenamente persistir nas igrejas], ele [o Novo Testamento]se torna
militante [extremado e ardoroso em usar e defender a equivalência dinâmica]. Por
exemplo, em outras versões a frase grega 'upo nomon' é comumente traduzida como
'sob a lei'. Mas, por conta desta interpretação ter sido usada para fortalecer a
Teologia Cristã contrária à Torah, o Novo Testamento Judaico define o
significado destas duas palavras em grego usando doze palavras em português: 'em
sujeição ao sistema que resulta de perverter a Torah em legalismo'. (O Tradutor
e Suas Interpretações.) O que levanta a questão de saber se o tradutor
deve"injetar suas opiniões" para dentro da sua tradução. O Novo Testamento
Judaico cautelosamente responde afirmativamente ..."
- David Stern
Esta declaração, por si própria, mostra que essa pessoa não deve ser considerada
idônea para traduzir as Escrituras, porque ela já parte do pressuposto de uma
idéia pré-concebida que quer que seja justificada por meio das Escrituras (ainda
que estas - as Escrituras - não comportem tais idéias).
Qual é o resultado então da nova, previamente desconhecida, tradução que o Sr.
Stern faz do termo 'Lei'? Seu livro de Gálatas transforma o apóstolo Paulo na
expressão máxima daquele inimigo que Paulo (de fato) estava combatendo!
Vamos dar uma olhadela em Gálatas 2:19.
No Novo Testamento REAL está escrito:
"Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus." (Gl 2:19
ACF)
[Esta é a exata tradução mais literal e fiel e competente do Grego, vejam:
egw <1473> gar <1063> {PORQUE EU} dia <1223> {ATRAVÉS} nomou <3551> {DA LEI}
nomw <3551> {PARA A LEI} apeyanon <599> (5627) {MORRI,} ina <2443> {A FIM DE
QUE} yew <2316> {PARA DEUS} zhsw <2198> (5661) {EU VIVA}]
[Compare isto com] o FALSO Novo Testamento Judaico, de David Stern, que diz:
"Pois foi através de deixar a Torah falar por si mesma que eu morri para a má
interpretação tradicional dela, que é legalista, de modo que eu pudesse viver em
relação direta com Deus."
Qual o problema [nesta distorção]? Enquanto Paulo claramente afirma que morreu
para a Torah, o Sr. Stern tenta fazer Paulo dizer que apenas morreu para a "má
interpretação" [legalista] da mesma. E a implicação que o Sr. Stern quer inferir
é que Paulo (e, portanto, cada crente em Jesus) ainda permanece sob a obrigação
de obedecer a Torah "real".
A falseada tradução que o Sr. Sterns fez do livro de Gálatas representa o exato
ponto de vista daqueles que Paulo estava combatendo em sua carta! A tradução
falsificada do Sr. Stern transforma Paulo em um herói para aqueles a quem Paulo
estava combatendo, ao escrever!
A epístola aos Gálatas é distorcida e pervertida em sua totalidade, pela
falsificação de Stern. E essa falsificação pode ser constatada ao longo de toda
a sua tradução [do Novo Testamento].
Se você possui um exemplar da Bíblia Judaica Completa ou do Novo Testamento
Judaico, de David Stern, eu lhe encorajo, leitor, a empreender uma comparação da
tradução fraudulenta da epístola de Gálatas [na versão de Stern] com uma
tradução não falseada do Novo Testamento, a fim de você constatar com os
próprios olhos como o Sr. Stern tentou destruir esta epístola de Paulo.
Esta não é uma inquietação irrelevante. O verdadeiro significado e a essência da
Bíblia estão em jogo, aqui.
JohnQ.
Copiado de
http://www.shelfari.com/groups/23452/discussions/67207/Reasons-why-the-JEWISH-BIBLE-by-David-H-Stern-is-heresy
Traduzido por Emanuel Pavoni, levemente revisado por H.M.S. Tudo que está entre
colchetes são notas explicativas acrescentadas.
Comentário do tradutor: Isso me faz lembrar o dito de Pedro:
"Falando disto, como em todas as suas [de Paulo] epístolas, entre as quais há
pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente
as outras Escrituras, para sua própria perdição. 2Ped. 3:16...
Mas acima de tudo fica a ressalva de Deuteronômio 4:2 e Apocalipse 22:18...
"Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que
guardeis os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando." (Dt 4:2 ACF)
"Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste
livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as
pragas que estão escritas neste livro;" (Ap 22:18 ACF)
Maranata! Amém.
- 2.
-
CONVERSA com uma jeovita - YouTube
Enviado por: "Airton Evangelista" airton.palavradaverdade@gmail.com airtonec
Ter, 1 de Fev de 2011 2:39 pm
Conversa com um jeovita
Caixa Postal do YouTube
Vídeo: Profecia para o fim do mundo em 2034
(01.02.2011)
JEOVITA - tende ser muito versado para guiar aqueles sob seu? comando para não travar lutas inconsequentes e no final estar esquecendo de pregar o que e o maior de todos os ensinamento que é o amor, que Jeová o abençoe se for o caso mais que te de seu espirito santo para ver a construção do amor em vez de tentar distorcer as palavras para condenar 7milhoes de testemunhas que visam pregar o amor as obras excelentes amem
Comentários do pastor Airton Evangelista da Costa
@crncachoeira Seu comentário nada tem a ver com mais uma falsa profecia da Torre de Vigia. Deveria aproveitar o espaço e seu tempo para contestar o vídeo ou aprovar e dizer a razão. Transmita suas considerações ao Corpo Governante, e lhe peça que tenha misericórdia de seus liderados, cessem de tantas mentiras, e se dediquem mais à pregação da verdade bíblica. Peça ao CG que deixe de causar tantas mortes? por falta de transfusão de sangue; que deixe de ensinar o ÓDIO aos desassociados,
@crncachoeira Ensine ao CG que Jeová recomenda que amemos TODOS, como Ele faz, independente de cor, raça, religião. AMAR O PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS. Porém, eles ensinam que os desassociados não devem nem ser cumprimentados. Isso é ódio e discriminação, e todos que assim fazem estão em pecado e sujeitos a responder criminalmente. Um problema: se você se dirigir ao seu? líder com esses conselhos, será EXCOMUNGADO e desprezado por seus atuais companheiros
@crncachoeira Se você se dirigir aos anciãos com essaas verdades, corre o risco de ser odiado por sua família, se esta for da Torre, e pela comunidade jeovita. Você passará a ser chamado de filho do diabo e apóstata... só porque falou a verdade. Então você está proibido de falar a verdade. Por isso, você fica defencendo a Torre, sem atacar de frente a verdade. Quem concorda com a mentira, também é mentiroso e? sobre ele cairá a ira de Jeová. Há 200 anos a Torre fala a respeito do fim do mundo.
@crncachoeira A Torre começou a pregar o fim do mundo em 1914; depois foi mudando as datas, numa tentativa de adivinhar. Jeová condena os adivinhadores porque estes querem se colocar em igualdade com Jeová. Somente Jeová sabe quando será o fim. A Torre marcou o fim para os seguintes anos: 1914, 1918, 1920, 1925, 1975, 2034. É nisso que você deveria meditar e saber que se encontra num barco? furado, não importa quantos estejam nesse barco. E é sobre isso que vc deveria fazer seus comentários.
@crncachoeira Pergunte ao Corpo Governante quantos jeovitas já morreram por falta de transfusão de sangue; quantos morreram durante os anos em que o Quartel General da Torre proibia o uso de VACINAS [de 1921 a 1962]; quantos filhos nesta data estão discriminados por seus próprios pais porque estes seguem cegamente a orientação de não dar nem um "oi" aos desassociados. Você não pode perguntar. Você não é livre o bastante para fazer tais questionamentos. Por medo.? Por que?
@crncachoeira Na sua mente, em razão da lavagem cerebral que recebeu, acredita que, se sair da Torre, perderá o Paraíso. Outra mentira. Daí porque você suporta tudo que vem lá de cima; suporta tudo e aceita? tudo como verdade absoluta, ainda que tais ensinos estejam CONTRA a vontade de Jeová, de quem você se diz testemunha. Na verdade, o CG não tem misericórdia de ninguém. Enquanto você estiver submisso a eles, vendendo suas revistas e cumprindo os horários de cabeça baixa, eles acolhem você.
@crncachoeira Você sabe que falo a verdade, mas deseja se desviar da verdade. Experimente ao menos falar com seu ancião sobre as questões expostas. Os jeovitas? estão sob a doutrina do medo. Você sabe muito bem o que tem acontecido com aqueles que, de livre e espontânea vontade, saem do grupo. Eles são excomungados e nunca mais recebem sequer cumprimentos dos seus ex-"amigos". É isso que Jeová ensina? Pense. O amor de Jeová não está limitado a circunstâncias.
@crncachoeira Olhe à sua volta e veja quantas famílias perderam o laço fraternal porque um filho ou filha saiu da Torre; ou quantos filhos perderam o laço fraternal com seus pais pelo mesmo motivo. Você sabe que é? assim. Ex-jeovitas, ex-anciãos, ex-membro do Corpo Governante, como o Raymond Franz, relatam que é dessa forma que funciona o CG, o império das trevas e do medo. Com rédeas curtas sobre o rebanho submisso e apavorado, eles manipulam TODAS as áreas da vida de seus teleguiados.
01.02.2011
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- 3.
-
As Setenta Semanas de Daniel -- Israel Reis
Enviado por: "Hélio de Menezes Silva" heliodemenezess@yahoo.com.br heliodemenezess
Ter, 1 de Fev de 2011 3:16 pm
As Setenta Semanas de Daniel
Israel Reis
Cálculo das Setenta Semanas
"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa
cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar
a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e
para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para
restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e
sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em
tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já
não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o
santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações
são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade
da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das
abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se
derrame sobre ele" (Dn 9:24-27)
Nosso calendário:
Nosso calendário conhecido como Gregoriano Com a ajuda do astrônomo Sosígenes,
Júlio Cesar introduziu um ano médio de 365,25 dias: um ciclo de 3 anos de 365
dias e um de 366 (bissexto). Mas tinha uma diferença de 3 dias de 400 em 400
anos, para resolver o problema, o Papa Gregório XIII seguindo um conselho de
sábios, propôs em 1582 suprir 3 anos bissextos de 400 em 400 anos. Logo o ano
tem: 365,2421 dias (0,2421 corrigido pelo ano bissexto menos 3 dias de 400 em
400 anos)
Calendário bíblico:
Calendário bíblico ou profético mês= 30 dias - ano= 360 dias
O ano bíblico ou profético tem uma duração de 360 dias, pois em Gênesis 7:11 e
8:4 temos "cinco meses" (tempo do dilúvio), e em Gênesis 7:24 e 8:3 a sua
quantidade em dias = 150 dias, logo cada mês tem 30 dias. Portanto o ano bíblico
ou profético tem 12 X 30 = 360 dias. Em Apocalipse 12:6 e 13:5 a expressão 1260
dias equivale exatamente 42 meses (42 x 30 =1260) ou seja 3 1/2 anos.
As 70 semanas de Daniel são semanas de anos e não de dias:
Total de anos : 70 x 7 = 490 anos (no calendário bíblico ou profético) com um
total de 176.400 dias
Calculando o número de anos de nosso calendário: número de
dias/365,2421 176.400/365,2421 = 483 anos
Semanas que já se cumpriram: 69 (ano bíblico ou profético)
Quantidade de anos das 69 semanas: 69 x 7 = 483 anos (bíblico)
Quantidade de dias das 69 semanas: 483 x 360 = 173880
Calculando o número de anos de nosso calendário 173880 dias/365,2421 = 476 anos
Início das 70 semanas: Decreto para reedificar os muros de Jerusalém
"E ainda disse ao rei: Se ao rei parece bem, dêem-se-me cartas para os
governadores dalém do Eufrates, para que me permitam passar e entrar em Judá,
como também carta para Asafe, guarda das matas do rei, para que me dê madeira
para as vigas das portas da cidadela do templo, para os muros da cidade e para a
casa em que deverei alojar-me. E o rei mas deu, porque a boa mão do meu Deus era
comigo" (Ne 2:7-8)
Início das 69 semanas: (Ne 2:1)
NEEMIAS 2:1
"Sucedeu, pois, no mês de nisã, no ano vigésimos do rei Artaxerxes, quando o
vinho estava posto diante dele, que eu apanhei o vinho e o dei ao rei. Ora, eu
nunca estivera triste na sua presença"
No mês de nisã, no ano vigésimos do rei Artaxerxes (março de 445 a.C.)
7 Semanas = 49 anos
É o período da reconstrução do templo de Jerusalém.
Dn 9:25
"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém
até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas , e sessenta e duas semanas; com
praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos"
Esse primeiro período tem duração de 7 semanas = 49 anos, que se inicia com o
decreto para reconstrução dos muros do Templo em (445 a.c.)
por Artaxerxes Ne 2:1-8 (Neemias foi comissionado para isto). Foi um período
difícil onde encontraram oposição de Sambalá e Tobias e tiveram de trabalhar
armados, pois a qualquer momento podiam ser atacados (Ne 4:16-23).
Porém Neemias confiava em Deus , sabia que o Senhor estava com eles e
completaram a reconstrução dos muros cf. (Ne 6:15-16).
Calculando o final das 69 semanas: (aproximadamente)
março de 445 a.C. + 476 anos: (março de 32 d.C.)
Data em que Jesus entra em Jerusalém e é aclamado como Rei (Lc 19:28-42)
Crucificação de Jesus Cristo (FINAL DA 69a Semana)
Jesus morreu para a nossa Salvação.
Isaias 53:8
"Pela opressão e pelo juízo foi arrebatado; e quem dentre os da sua geração
considerou que ele fora cortado da terra dos viventes, ferido por causa da
transgressão do meu povo?"
A semana que falta para se cumprir: a 70°semana (a última)
Quantidade de anos da 70° semana: 7 x 1 = 7 anos (bíblico ou profético)
Quantidade de dias da 70° semana: 7 x 360 = 2520 dias (divididos em dois
períodos de 1260 dias ou 42 meses) veja em:(Ap 11:2-3)
APOCALIPSE 11:2-3
"Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado
aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.
E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por
mil duzentos e sessenta dias"
É um período conhecido como a Grande Tribulação, pela bíblia sabemos a duração,
mas não a data da volta de Jesus.
62 Semanas = 434 anos
Dn 9:25
"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém
até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com
praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos"
Este período de 434 anos vai de 396 a.C. até 32 d.C., após este período
acontece a morte de Jesus e a destruição de Jerusalém pelos romanos (no ano 70
d.C.), profetizada por Daniel:
"E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido , e nada lhe
subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário,
e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão
determinadas assolações" (Dn 9:26); cf. (Is 53:8; Lc 21:24)
ERA DA IGREJA - TEMPO DOS GENTIOS
"Jerusalém foi invadida em 70 d.c. pelos romanos, o templo destruído e os judeus
foram dispersos pelo mundo"
Romanos 11:25
"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de
vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude
dos gentios haja entrado"
LUCAS 21:24
"E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e
Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem"
O termo "tempos dos gentios" é o período no qual Jerusalém estaria sob o domínio
dos gentios, desde o cativeiro babilônico, continuando até hoje e continuará
durante a tribulação. Terminando na segunda vinda de Jesus à terra onde irá
julgar as nações. (Dn 2:35)
A era da igreja que começou no dia de Pentecostes vai até o arrebatamento da
igreja. Também conhecida como dispensação da graça (Ef 3:1-7). No livro de
apocalipse temos representadas a era da igreja em diversas épocas, através das
sete igrejas da Ásia: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia
e Laodicéia (a útima igreja).
Este período não é contado como dentro das 70 semanas pois não correspondem
a "teu povo e a tua santa cidade"(Israel e a Jerusalém), mas sim a Igreja, pois
a profecia é para Israel e Jerusalém.
A IGREJA NO PASSADO E NO PRESENTE
ERA DA IGREJA
"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais
presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que
haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo, como
está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades"
(Rm 11:25-26)
A 7 IGREJAS DA ÁSIA REPRESENTAM SETE PERÍODOS DE TODAS AS IGREJAS
IGREJA ÉPOCA SIGNIFICADO CARÁTER
Éfeso
(Ap 2:1-7) 33 - 100 DESEJÁVEL APOSTÓLICA AMOR DECADENTE
Esmirna
(Ap 2:8-11) 100 - 312 AMARGURA PERSEGUIDA
Pérgamo
(Ap 2:12-17) 313 - 600 CASAMENTO MUNDANA "DO ESTADO"
Tiatira
(Ap 2:18-29) 600 - 1517 QUEM SACRIFICA SEMPRE PROFANA
Sardes
(Ap 3:1-6) 1517 - 1750 REMANESCENTE REFORMA "MORTA"
Filadélfia
(Ap 3:7-13) 1750 - 1914 AMOR FRATERNAL AVIVADA "MISSIONÁRIA"
Laodicéia
(Ap 3:14-22) ATUAL DIREITOS DO POVO MORNA
A GRANDE TRIBULAÇÃO – 70° Semana
Corresponde a última semana de Daniel (70° semana), ou seja, um período
de 7 anos.
É dividido em 2 períodos de 3 anos e meio, sendo o primeiro chamado de
Tribulação. E o segundo chamado de Grande Tribulação (maiores guerras e
sofrimentos piores), mas também o período todo é chamado de Grande Tribulação.
Outros nomes que a Bíblia descreve a 70° semana de Daniel:
-O dia da vingança de nosso Deus
-O tempo da angústia de Jacó
-O dia de trevas
-O dia do Senhor
-Aquele dia
-O grande dia
-Dia da ira
-Ira Vindoura
Final da 70° semana : Mt 25:13 Volta de Jesus
Volta de Jesus Cristo
MATEUS 24:30-31
"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se
lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e
grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os
quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra
extremidade dos céus"
É a segunda fase da Vinda de Cristo (a primeira fase é no arrebatamento da
igreja: se dará nos ares e só a igreja verá, Jesus não pisa na Terra).
Acontecimentos:
-A Manifestação física e pessoal de Jesus acompanhado de seus santos e
anjos: Mt 24:30-31
-Todo olho O verá: Mt 24:30; At 1:11
-Defenderá Israel das nações inimigas: Zc 12:9
-A destruição do Anticristo e do Falso Profeta: Ap 19:20
-Os Judeus aceitarão Jesus como o Messias: Rm 11:25-27; Zc 12:10
-O julgamento das Nações: Mt 25:31-34
-Satanás aprisionado: Ap 20:1-3
-Implantação do Milênio: Ap 20:4-6
ACONTECIMENTOS:
-SURGIMENTO DO ANTICRISTO E DO FALSO PROFETA NO MUNDO
-ALIANÇA DE 7 ANOS DO ANTICRISTO COM ISRAEL
-OS JUÍZOS DO CÉU SOB OS SETE SELOS DE AP.6
-AS DUAS TESTEMUNHAS E SUA MISSÃO NOS 3 ½ ANOS
-144.000 JUDEUS SALVOS EM ISRAEL
-O ANTICRISTO NO BLOCO DE 10 NAÇÕES
-O BLOCO DE NAÇÕES DO NORTE
-GOGUE E MAGOGUE
-A FALSA IGREJA MUNDIAL
-A PREGAÇÃO DO EVANGELHO DO REINO
-GOGUE E MAGOGUE INVADEM ISRAEL
-O ANTICRISTO ROMPERÁ A SUA ALIANÇA COM ISRAEL
-IGREJA FALSA MUNDIAL DESTRUIDA PELO ANTICRISTO
-OS JUDEUS SERÃO MARTIRIZADOS
-JUÍZOS SOBRE A TERRA SOBRE AS SETE TROMBETAS
-ISRAELITAS FIEIS FUGIRÃO PARA OS MONTES
-JUÍZOS SOBRE A TERRA SOB AS SETE TAÇAS
-A QUASE DESTRUIÇÃO DE ISRAEL (ARMAGEDOM)
-A VOLTA DE JESUS EM GLÓRIA
-EVENTOS GEOFÍSICOS
-JULGAMENTO DAS NAÇÕES VIVENTES
-DERROTA DO ANTICRISTO E DO FALSO PROFETA
-O REMANESCENTE JUDAICO
-SATANÁS APRISIONADO
Israel na Grande Tribulação
O Anticristo e sua perseguição à Israel por 3 anos e meio (na segunda metade):
DANIEL 7:24-25
Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois
deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três
reis. Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo;
cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um
tempo, e tempos, e metade de um tempo.
APOCALIPSE 11:2-3
Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos
gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.
MATEUS 24:15
Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita
pelo profeta Daniel (quem lê, entenda),
II TESSALONICENSES 2:2-4
que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer
por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o
dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; porque isto
não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do
pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que
se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de
Deus, apresentando-se como Deus.
As nações cercarão os Judeus na guerra do Armagedom:
APOCALIPSE 16:16
E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.
Bibliografia
Pentecost, J.Dwight - Manual de Escatologia - Editora Vida, 1998
Gilberto, Antonio - Daniel e Apocalipse - EETAD -Escola de Educação Teológica
das Assembléias de Deus - 1991
Gilberto, Antonio - Escatologia - EETAD -Escola de Educação Teológica das
Assembléias de Deus - 1991
Duffield, Guy P. e Cleave, Nathaniel M. Van - Fundamentos da Teologia
Pentecostal V II - Editora Publicadora Quadrangular - 1997
Ellisen, Stanley A. - Conheça melhor o Antigo Testamento - Editora Vida -1991
Lehman, H.I. - A Revelação de Jesus Cristo - Edições Shophar -1991
Pearlman, Myer - Através da Bíblia-Livro por livro - Editora Vida - 1977
- 4.
-
Salmo 150:1 – Céu; 150:4 – Flauta; 149:3 –
Enviado por: "Hélio de Menezes Silva" heliodemenezess@yahoo.com.br heliodemenezess
Ter, 1 de Fev de 2011 6:04 pm
Salmo 150:1 – Céu (não Templo);
150:4 – Flauta (não dança);
149:3 – Coral (não dança).
0. Questão Preliminar a Tudo:O CULTO NAS IGREJAS Neo-TestamentáriasDEVE IMITAR
TUDO DO CULTO NO TEMPLO Vetero- Testamentário?
Comecemos citando algumas partes do artigo "Salmo 150: Dançando no Santuário?",
do presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes, 2010/2011:
" ...
A pergunta, que deveria ter sido feita desde o início, é se o culto cristão toma
sua inspiração, gênese e formato do culto do Antigo Testamento. Para mim, a
resposta é negativa, embora com qualificações.
O culto do templo é geralmente visto no Novo Testamento como parte da lei
cerimonial, cumprida em Cristo e, portanto, abolida. A carta aos Hebreus trata
deste assunto. Um dos melhores professores de Antigo Testamento que conheço me
escreveu recentemente, falando deste assunto,
'O que acontecia no Templo não passa nem perto do que acontece nos melhores dos
nossos cultos hoje, pois o serviço no Templo encenava a expiação'.
Os sacrifícios de animais, as cerimônias de purificação, a ordem dos levitas e
dos sacerdotes, os rituais de oferecimentos das ofertas, a queima de incenso, a
oferta diária dos pães, tudo isto é considerado como parte da antiga
dispensação, que era simbólica, típica [H:tipológica], e que foi plenamente
cumprida em Cristo: não temos mais sacrifícios – o Senhor Jesus ofereceu de uma
vez [H:por todas] um sacrifício completo, que não precisa ser renovado e
repetido; não temos mais sacerdotes e levitas – os cristãos, todos eles, são
sacerdotes e levitas. A queima de incenso é substituída pelo louvor que procede
[H:de] nossos lábios. [H:O Templo, que era santo e sagrado, agora é o coração de
cada salvo pertencente à dispensação das igrejas locais. É inapropriado que se
chame de templo ou santuário o salão principal dos edifícios onde as igrejas
locais (isto é, os membros de cada uma delas) se reúnem regularmente. Tais
salões e edifícios não têm absolutamente nada a ver com o Templo ou Tabernáculo
do VT]
Ao que tudo indica [H:nas páginas do NT], os cristãos deram continuidade ao
culto no Antigo Testamento apenas no que se refere aos princípios espirituais: a
idéia de encontro com Deus, de adoração, de louvor, de solenidade, de alegria,
de serviço espiritual [H:prestado a Deus] como povo do Senhor ... mas
foram buscar nas sinagogas o formato para este culto mais simples e despojado.
Nas sinagogas, instituição onde cresceram o Senhor Jesus e todos os apóstolos,
[H:somente] havia leitura e pregação da Palavra, orações, cânticos e bênção
[H:exaltação, bendição, falar bem do Senhor].
Portanto, devemos ter cautela em transferir para o culto cristão aquilo que era
feito no Templo de Jerusalém ... . Por falta deste cuidado, a Igreja
Católica tem um culto em muito similar ao do Antigo Testamento: eles têm o
sacrifício da missa, sacerdotes que são mediadores entre Deus e homens e que
perfazem este sacrifício, estolas sacerdotais e mitra, queima de incenso, etc.
... " (Terminamos de citar A. N. Lopes.)
Agora, pensemos um pouco em dois versos em que João registra as palavras de
nosso Salvador, Senhor e Deus – Jesus, o Cristo:
- Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em
Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que
sabemos porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e AGORA é, em que os
verdadeiros adoradores adorarão o Pai em ESPÍRITO e em VERDADE; porque o Pai
procura a tais que assim o adorem. (João 4:21-23 ACF)
Esta passagem deixa bem claro que o Novo Testamento APERFEIÇOOU a adoração!
Nossa adoração, como crentes neo-testamentários, deve ser bem diferente e
muitíssimo superior à do Velho Testamento!
Alguns excelentes homens de Deus, durante os séculos, pensaram e ensinaram e
praticaram mais ou menos assim:
"- A profecia e ordem do Cristo para o culto nas igrejas do NT 'a hora vem, e
AGORA é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em ESPÍRITO e em
VERDADE', registrada em João 4:21-23, de modo nenhum quer dizer que a toda
adoração do Velho Testamento era carnal! Tal interpretação seria uma absurda
calúnia contra milhões de salvos do VT que foram muitíssimo sinceros e
exemplarmente espirituais, em adoração.
- Portanto, o contraste não é entre carnal e espiritual, mas sim entre
(A) o culto ser "ajudado" por meios físicos e tipológicos e mecânicos,
enfatizando tais meios materiais que não podiam faltar [ser feito só em
Jerusalém, só no Templo, obrigatoriamente ter o tipo certo de animais/ incenso
harpas/ saltérios/ címbalos/ trombetas (tudo isto usado exatamente do modo
preconizado), em dias específicos, com vestes específicas, com bem especificados
rituais e cerimônias, etc.], e
(B) o culto ser desassistido de tais e de todos os outros imagináveis meios
físicos, a adoração sendo feita de modo só e enfaticamente imaterial,
espiritual, nos corações sinceros e não por outros meios.
- Portanto, entre muitas outras coisas, João 4:21-23 implica que hoje, ao
cantarmos louvores a Deus nas nossas igrejas, nós nunca, jamais, de maneira ou
em grau nenhum, devemos usar nenhum instrumento musical que seja material ou que
use as leis da Física,.
- Portanto, devemos usar somente nossa voz em louvor a Deus cantado em palavras
brotadas em toda sinceridade do nosso coração."
Talvez tais ensinadores do passado estejam certos?...
Bem, nós mesmos ainda não temos certeza sobre o não usar nenhum instrumento. A
não ser que se nos prove o contrário, estamos propensos a pensar que há boa
possibilidade de que as palavras "salmos" e "salmodiar", usadas no NT em 1Co
14:26; Ef 5:19; Cl 3:16
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem
doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para
edificação." (1Co 14:26 ACF)
"Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e
salmodiando ao Senhor no vossocoração;" (Ef 5:19 ACF)
"A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria,
ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos
espirituais, cantando ao SENHOR com graça em vosso coração." (Cl 3:16 ACF)
em relação aos cultos das igrejas, implicam no acompanhamento por instrumentos
tocados no estilo da harpa onde são dedilhados doces arpejos ou a melodia (um
arpejo é um acorde em que as notas são tocadas em seqüência, e não tocadas ao
mesmo tempo). Mas já temos certeza, pelo menos, de que a ênfase deve ser toda
nas palavrasde louvor fluindo da total sinceridade do coração, não em
instrumentos musicais que porventura as acompanhem, mesmo com o mínimo possível
de destaque e de volume. Também estamos convictos, pela Bíblia, de que estes
instrumentos musicais, se houverem, devem ser tocados num estilo absolutamente
semelhante ao dos únicos instrumentos autorizados para dentro do Templo e no
momento do culto direto a Deus (o estilo dos suaves instrumentos de cordas, da
família das harpas, liras, cítaras, saltérios ou alaúdes. Eles só permitem
dedilhamento, dedilhando-se uma nota de cada vez (mesmo os acordes), cada uma
delas tocada isoladamente, bem distintamente), num estilo o máximo afastado do
sensual, podendo ser vigoroso- alegre- exultante- triunfal, ou suave- tranqüilo,
mas sempre um estilo solene e respeitoso, um estilo sempre desagradando à carne
e ao mundo, um estilo sempre incapaz de agradar num carnaval, num bordel, e em
semelhantes orgias da carne.
Outra verdade fundamental e que deve ficar bem entendida antes de prosseguirmos
neste estudo, é:
Para tudo há os locais, tempo, e modos apropriados ... e não apropriados.
Vejamos rapidamente alguns exemplos:
-Em dia outro que o domingo do Senhor, pastor e todo homem crente podem tirar
mel de colméias de abelhas bravas, jogar futebol vestidos com calção e
chuteiras, praticar caça submarina, etc. Mas ninguém iria pregar na igreja ou
mesmo ter uma audiência com o rei ou uma entrevista para conseguir emprego, todo
suado e vestido de apicultor (com aquela tela cobrindo e protegendo o rosto), ou
de calção e chuteiras, ou de snorkel e pés de pato.
- Para corrigir e sarar problemas de coluna, toda mulher crente pode usar
composto maiô para fazer hidroterapia somente com mulheres, mas iria ela usá-lo
no trabalho ou na igreja?
- Como militares, podemos marchar ouvindo e até tocando bombos e cantando hinos
que falem até em matar os inimigos que queiram invadir nosso país e matar nossas
esposas e filhos, mas ninguém iria cantar isto numa festa de casamento, nem num
culto de adoração a Deus.
- Na academia de ginástica da sua casa, você pode se vestir de calção e suar às
bicas ao som de marchas militares muito rápidas e vigorosas, mas nada disso
seria apropriado num culto fúnebre.
Portanto, Deus tem todo direito de permitir certas coisas a Israel nas suas
festas e celebrações ao ar livre, tanto cívico e/ou religiosas como de expressão
de arte e cultura nacional, mas não permitir a Israel algumas dessas coisas na
exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura a Ele, no Tabernáculo ou no
Templo do VT. Mais que isso, Deus tem todo direito de estabelecer padrões mais
elevados, na dispensação das igrejas locais. Tem ou não tem?
1 Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do
céu.
2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o
que se plantou;
3 Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
4 Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dar pinotes de
alegria{*}; {* Note que " râqad" não pode ser dança sensual, pois é a mesma
palavra usada para os pulos dos bodes barbudos, em Is 13:21! E os pinotes dos
bodes são muito diferentes dos requebros dos John Travolta's e Madona's que
querem sutilmente se introduzir nas nossas igrejas.}
5 Tempo de lançar fora as pedras, e tempo de ajuntar as pedras; tempo de
abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
6 Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.(Ec 3:1-8
Bíblia LTT)
Por favor, estude, conferindo na Bíblia cada versículo citado, e comparando com
outros versos sobre o mesmo assunto:
http://solascriptura-tt.org/LiturgiaMusicaLouvorCulto/NenhumInstrumentoNasMusicasIgrejasIniciais-HelioNira.htm,
particularmente o capítulo 4: "A Música nas Igrejas dos Primeiros Séculos.
Citações." Para sua conveniência, segue-se um muito resumido esboço desse
capítulo:
ESBOÇO RESUMIDO:
(Nenhum verso do NT, e nenhum relato confiável, mostra instrumentos musicais
sendo usados em nenhuma igreja dos primeiros séculos, pelo menos as não
heréticas, pelo menos até 300 dC!). (Melhor dizendo, até cerca do ano 1300,
certamente; talvez mesmo até cerca do ano 1400. Falta-nos re-pesquisar melhor
essas datas).
Não chegamos ainda ao ponto de crer que de modo algum, em hipótese alguma,
nenhum instrumento musical pode ser usado em nenhum momento de nenhum culto a
Deus nas nossas igrejas. (Cremos que as palavras "salmos" e "salmodiar", usadas
em relação a igrejas no NT, implicavam no acompanhamento por harpas, onde eram
dedilhados arpejos ou a melodia). Mas, para que ponderemos gravemente sobre o
assunto "instrumentos e seus usos nos cultos das igrejas neo-testamentárias", e
para que melhor saibamos adequar nossos cultos à vontade de Deus, citaremos aqui
o que alguns proeminentes líderes religiosos dos primeiros séculos e da época da
Reforma (ou pouco depois dela) escreveram sobre o assunto:
4.1. PAIS DA IGREJA:
- Mártir ... ,
- Mártir ... ,
- Clemente de Alexandria ... ,
- Clemente de Alexandria:
"Deixai o órgão de flautas [H:ou gaita]para o pastor [H:de cabras], a flauta
para os homens que temem os deuses-demônios e se enfeitiçam [H:usando-a] na
adoração dos seus ídolos. Tais instrumentos musicais têm que ser expulsos de
nossas festas sem as suas asas, pois são mais adequados para os animais brutos e
para aquela classe de homens que é menos capaz de raciocinar
[H:espiritualmente]. [Psalm 150:4:] louvai-O com tamborim e coro...
Mas, quanto a nós, fazemos uso de somente um instrumento: somente a Palavra
[H:cantada] de paz pela qual adoramos Deus, não mais com as anteriores harpa ou
trombeta ou tambor ou flauta, as quais aqueles [H:pagãos] treinados para a
guerra usam." (Clemente de Alexandria, 190dC, "The Instructor, Fathers of the
Church", p. 130). (Mas, em torno do ano 200 dC, Clemente de Alexandria passou a
tolerar liras e cítaras, por terem sido usadas por Davi).
- Eusébio ... ,
- Agostinho ... ,
- Crisóstomo: ... ,
4.2. GRANDES ERUDITOS (A PARTIR DO SÉCULO XIII):
- Aquinas ... ,
- Erasmo ... ,
- Lutero ... ,
- Calvino: "Instrumentos musicais celebrando os louvores a Deus seriam não mais
adequados do que o queimar de incenso, o acender de candeeiros, e a restauração
de outras sombras da Lei. Os Papistas, portanto, têm imbecilmente tomado isto
emprestado, como também muitas outras coisas, dos judeus. Homens que são
afeiçoados à pompa externa podem se deleitar naquela barulheira; mas a
simplicidade que Deus nos recomenda pelos apóstolos é muito mais agradável a
Ele. Paulo nos permite abençoar Deus na reunião pública dos santos, somente em
uma língua conhecida (1Co 14:16). Que iremos então dizer do canto de coros que
enche os ouvidos com nada mais que um som vazio [H:vazio porque é atrapalhado
pela zoeira dos instrumentos, ou porque é em Latim, língua morta,
incompreensível à igreja]?" (João Calvino, Commentary on Psalms 33),
- Wesley: "Não tenho nenhuma objeção ao uso de instrumentos de música em nossa
adoração, desde que eles não sejam vistos nem ouvidos." (João Wesley, fundador
do Metodismo, citado em Adam Clarke's Commentary, Vol. 4, p. 685)
- Fuller: "A história da Igreja durante os três primeiros séculos fornece muitos
exemplos de cristãos primitivos se enlevando em cantar, mas (que eu possa me
lembrar) nenhuma menção é feita de instrumentos. (Se minha memória não me
engana), este [H:uso de instrumentos] originou-se na Idade das Trevas, [H:o
apogeu] do Papado, quando quase que toda outra superstição foi introduzida.
Hoje, [H:instrumentos musicais] são mais usados onde o menor dos respeitos é
dado à simplicidade primitiva." (André Fuller, batista, "Complete Works of Andre
Fuller", Vol. 3, P. 520, 1843),
- Spurgeon: … Spurgeon pregou para 20.000 pessoas cada domingo, por 20 anos, no
Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, antes do uso da eletricidade e
microfones, e jamais foram instrumentos de música mecânicos usados nos cultos.
Quando lhe perguntaram a razão, citou 1Co 14:15 [H:"Que farei, pois? Orarei com
o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas
também cantarei com o entendimento"] e então declarou: "Eu tão cedo oraria a
Deus com maquinário quanto cantaria a Deus com maquinário."]
- Finney: "Os cristãos iniciais recusaram-se a ter nada a ver com instrumentos
musicais, os quais [H:instrumentos eles sabiam que] eles poderiam ter herdado do
antigo mundo [H:pagão]." (Teodoro Finney, A History of Music, 1947, p. 43)
- Lang ... ,
- Leichtentritt ... ,
- Nauman: "Não pode haver nenhuma dúvida de que, originalmente, em todos os
locais, a música do culto a Deus foi inteiramente de natureza vocal." - Emil
Nauman, The History Of Music, Vol. 1, p. 177
- Ritter: ... ,
- Coleman ... ,
- Roma: ... ,
- Cavarnos ... ,
- Clarke: ... ,
Por favor, também estude, conferindo na Bíblia cada versículo citado, e
comparando com outros versos sobre o mesmo assunto:
http://solascriptura-tt.org/LiturgiaMusicaLouvorCulto/NaoUsoInstrumentosMusicaisCultoNovoTestamento-AnizioGomes.htm
.
1) A TRADUÇÃO DE Salmo 150:1
Salmo 150:1 Louvai ao SENHOR. Louvai a Deus no Seu santo lugar, louvai-O no
firmamento do Seu poder.
2 Louvai-O por causa dos Seus atos poderosos; louvai-O conforme a excelência da
Sua grandeza.
3 Louvai-O com o som de trombeta; louvai-O com o saltério e a harpa.
4 Louvai-O com o tamborim e a flauta volteante, louvai-O com instrumentos de
cordas e com órgãos.
5 Louvai-O com os címbalos sonoros; louvai-O com címbalos altissonantes.
6 Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.
(Salmo 150, Bíblia LTT (Literal, do Texto Tradicional) 2008)
No verso 1, o que aqui está traduzido como "no Seu santo lugar" é, em hebraico,
"בְּקָדְשׁוֹ" ; transliterando: "b qodesh u"; lendo e pronunciando fica mais ou
menos assim: "bə·qā·ḏə·šōw" (convenção fonética americana) ou "bê kó de shou"
(adaptando para português)
Notemos, antes de qualquer outra análise, que "06944vdq" (transliterado qodesh,
pronunciado kó- desh):
É substantivo (não adjetivo) masculino. Não abstrato, mas concreto.
Ocorre 448 vezes no VT, das quais a King James Bible traduz:
262 vezes como "santo" (sempre um substantivo (não adjetivo) concreto,
usualmente formando como que um substantivo composto, concreto, como em "terra
santa", "habitação santa", etc.);
68 vezes como "santuário" (um "lugar santo", usual mas não necessariamente no
Templo, podendo ser outro lugar reservado só para exclusiva adoração direta-
total- e- sem- mistura, a Deus);
52 vezes como "coisas santas" ou "coisas santificadas";
44 vezes como "santíssimo" (equivalente a "o mais santo lugar", do Tabernáculo
ou do Templo);
30 vezes como "santidade" (não como um caráter abstrato, mas sempre se referindo
a uma coisa concreta, como quando é dito que a lâmina de ouro puro da coroa tem
gravado que ela é "santidade ao SENHOR", Ex 39:30);
5 vezes como "dedicado" (como em "coisas dedicadas");
3 vezes como "santificado" (como em "coisas santificadas");
1 vez como "consagrada" (como em "coisas consagradas");
3 outras vezes formando uma miscelânea.
O léxico de Strong dá a "06944" os sentidos:
um local sagrado ou uma coisa sagrada, raramente tendo sentido abstrato
("santidade" [H:a qualidade de ser santo]):-
(coisa) consagrada, (coisa) dedicada, (coisa) santificada, santidade, o mais
santo [H:lugar do Tabernáculo ou Templo], dia santo, porção santa, coisa santa,
santo, santuário [H:ou "lugar santo", usual mas não necessariamente no Templo,
podendo ser outro lugar (a começar pelo terceiro céu) reservado só para
exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura, a Deus]
Examinando todas as dezenas de Bíblias e também os mais detalhados comentários a
que pudemos ter acesso, vemos que há 4 traduções a examinar para o hebraico
"בְּקָדְשׁוֹ", aqui em Salmo 150:1
(em parte, essas 4 possíveis traduções são dependentes do contexto e sua
interpretação, e isto é normal):
1ª tradução a examinar: "por causa da Sua santidade"
John Gill, em Exposition of the Entire Bible, cita como defendendo esta
tradução:
"Ob sanctitatem ejus," [H: isto é, "por causa da santidade Sua"] Tirinus,
Muis ;
"ob insignem sanctitatem ipsius," [H: isto é, "por causa da insigne
santidade Sua"] Campensis apud [H: isto é, citando] Gejerum .
Mesmo examinando várias dezenas de Bíblias (particularmente as mais fiéis,
muitas delas antigas), em alguns idiomas, somente encontramos uma Bíblia com a
tradução em foco, a francesa Ostervald (nos é incerto se é a original de 1724,
ou uma revisão de 1996) que tem "pour sa sainteté" ("por causa da Sua
santidade"),
http://fr.ostervald-frossard.net/ancien-testament/poetiques/psaume_150.php.
Uma defesa alegada para esta tradução é que ela parece ter a mesma construção do
verso 2, de forma que ambos os versos explicitariam a razão para louvarmos a
Deus.
Salmo 150:1 ficaria sendo Salmo 150.2 ficaria sendo
1 Louvai ao SENHOR.
Louvai a Deus por causa da Sua santidade, =
("santidade" corresponderia a "atos poderosos") 2 [isto é,] Louvai-O por causa
dos Seus atos poderosos;
louvai-O no firmamento do Seu poder. =
("firmamento do Seu poder" corresponderia a "excelência da Sua grandeza")
louvai-O conforme a excelência da Sua grandeza.
Na nossa avaliação, esta defesa é bastante frágil, pois a quase todos nós parece
muito mais natural e provável que v. 1 estabeleça o local ou locais em que
louvor deve ser ofertado a Deus, e v. 2 dê a razão deste louvor. Isto é muito
mais natural e provável do que fazer o verso 1.a (que ficaria assim: "... Louvai
a Deus por causa da Sua santidade ...") dizer o mesmo que o verso 2.a (que
passaria a ser uma repetição da mesma coisa, em outras palavras: "[H: isto é,]
Louvai-O por causa dos Seus atos poderosos ...).
Mas o problema mais grave que nos faz totalmente rejeitar a tradução "por causa
da Sua santidade" é que ela frontalmente desrespeita a regra do hebraico tão bem
expressa por Strong e outros eruditos, regra que esclarece que o substantivo em
foco (06944) jamais (ou praticamente nunca) se aplica a abstrações (tal como
"santidade", que é o caráter abstrato ou a qualidade abstrata de se ser santo),
mas somente se aplica a lugares concretos, ou a coisas concretas.
Deve ser por verem este mesmo problema que centenas das melhores traduções da
Bíblia (feitas durante séculos e séculos, algumas delas feitas pelos melhores
hebraístas e mais competentes e fiéis tradutores que este mundo já viu, e até
mesmo por judeus) não adotam esta tradução em pauta.
2ª tradução a examinar: "no Seu Santo" (referindo-se ao prometido Messias)
John Gill, em Exposition of the Entire Bible, cita como defendendo esta
tradução:
wvdqb "in sancto habitaculo suo," [H: isto é, "em Sua santa habitação",
referindo-se ao Cristo] Vocceius ;
"in sancto ejus," [H: isto é, "no Seu Santo"] Gejerus ;
"en tw agiw autou" [H: isto é, "no Seu Santo"], Symmachus apud [H: isto
é, citando] Drusium .
O problema que totalmente descarta esta tradução "no Seu Santo" (referindo-se ao
prometido Messias) é que ela não é tornada possível por nenhum dos dicionários e
léxicos do hebraico (pelo menos os mais conhecidos, aqueles aos quais tivemos
acesso). Mais forte do que isto é o fato de que, em nenhuma das 448 ocorrências
de "06944vdq", este substantivo nem de longe, em construção como a de Salmo
150:1, pode se referir ao Messias. Certamente, é por causa disso que, mesmo
examinando várias dezenas das melhores traduções da Bíblias em alguns idiomas,
nunca encontramos nenhuma delas com a tradução agora em foco, "no Seu Santo"
(referindo-se ao Messias).
3ª tradução a examinar: "nos Seus santos" (referindo-se aos anjos e,
principalmente, aos homens que crêem em Deus e em cada palavra da Bíblia, e por
Ele foram salvos)
Somente traduziram assim a degenerada fraude conhecida como Septuaginta
(http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-Traducoes/QueTalSeptuaginta-LXX-DCloud.htm
sumariza porque ela é uma degenerada fraude) e traduções por ela influenciadas,
tais como a suspeita Vulgata de Jerônimo, e algumas suspeitas versões do
catolicismo oriental sediado em Constantinopla.
O problema que nos compele a totalmente descartar esta tradução "nos Seus
santos" (referindo-se aos anjos e, principalmente, aos homens que no Cristo
crêem e por Ele foram salvos) é que ela não é tornada possível por nenhum dos
dicionários e léxicos do hebraico (pelo menos os mais conhecidos, aqueles aos
quais tivemos acesso). Mais forte do que isto é o fato de que, em nenhuma das
448 ocorrências de "06944vdq", este substantivo nem de longe, em construção como
a de Salmo 150:1, pode se referir aos anjos ou aos homens que crêem em Deus e em
cada palavra da Bíblia, e que por Ele foram salvos.
4ª e melhor tradução examinada: "no Seu santo lugar" (onde "santo lugar"
usualmente se refere ao santuário do Templo, mas não é exigido isso, podendo ser
qualquer outro lugar (a começar pelo terceiro céu) reservado só para exclusiva
adoração direta- total- e- sem- mistura, a Deus)
Esta é a única tradução que podemos adotar, pois é a única que é tornada
possível e recomendada por todos os dicionários e léxicos do hebraico, como
vimos lá em cima.
John Gill, em Exposition of the Entire Bible, cita como defendendo esta
tradução:
"no Templo", a casa do Seu santuário: Targum e R. Judah;
"no céu", Seu santo lugar, onde Ele é louvado pelos santos anjos e pelos
homens crentes que lá já estão: R. Moses;
Note que, das 448 ocorrências de "06944vdq" no VT, temos que a rainha das
traduções, a King James Bible, 68 vezes as verte como "santuário" (o mesmo que
"lugar santo") e 44 vezes como "santíssimo" (novamente, o mesmo que "lugar
santo"), perfazendo um total de 112 apoios à solução agora sendo examinada. E
nenhuma das restantes 448 – 112 = 336 ocorrências aponta 1 mm contra esta
solução.
Esta tradução "no Seu santo lugar", em Salmo 150:1, tem o apoio de virtualmente
todas as muitas dezenas, ou mesmo centenas, das melhores Bíblias que ao longo
dos séculos foram traduzidas pelos mais competentes hebraístas usando o mais
fiel e competente método de tradução por Equivalência Formal, a partir da
Palavra de Deus pela Sua providência conservada continuamente em uso pelos seus
fiéis, perfeitamente preservada nos manuscritos nos idiomas originais hebraico e
grego, depois da invenção da imprensa tendo eles sido impressos e chamados de
Texto Massorético e Textus Receptus, respectivamente. Dez exemplos dessas
muitíssimas Bíblias fiéis:
- A rainha das Bíblias, a inglesa King James Bible de 1611, e o Velho Testamento
da Jewish Publication Society (traduzido por judeus para o inglês), que têm "in
His sanctuary" ("no Seu santuário");
- Darby em Francês, de 1859, que tem "dans Son saint lieu" ("em Seu santo
lugar");
- Green's Literal Translation, de 1985, e Young's Literal Translation, de 1872,
que têm "in His holy place" ("no Seu santo lugar")
- As Almeida's 1744, 1819, Revista e Reformada 1948 TBS, e Corrigida Fiel 1995 e
2007 SBTB, que têm "em Seu santuário"
A tradução em foco, "no Seu santo lugar", em Salmo 150:1, também tem o apoio de
todas ou praticamente todas as muitas centenas ou mesmo milhares de Bíblias que,
mesmo que, em outros locais, não sejam 100% baseadas no mesmo Texto Hebraico
perfeito, o são aqui, em Salmo 150:1.
2) AS INTERPRETAÇÕESDESSA TRADUÇÃO de Salmo 150:1
Examinando todos os comentários, anotações, estudos, pregações e aulas, aos
quais pudemos ter acesso, vemos que há 4 interpretações a examinar para a única
tradução correta e aceitável ("no Seu santo lugar") para o hebraico
"בְּקָדְשׁוֹ", aqui em Salmo 150:1. (em parte, essas 4 interpretações a examinar
são dependentes do contexto e sua interpretação, e isto é normal.)
1ª interpretação: "Seu santo lugar" significa o Templo físico (quer no Velho
Testamento, quer durante o Milênio), em exclusiva adoração direta- total- e-
sem- mistura (quando sendo usado exclusivamente na ação mais direta e cerimonial
de todos os tempos, de adoração a Deus, exclusivamente isto) (não a adoração
INdireta que às vezes existe em algumas ações de alguém, por exemplo, de lavrar
sua terra/ cozinhar sua comida/ construir sua casa/ pintar sua igreja/ estudar
Medicina/ guerrear/ comemorar vitórias/ etc., tudo isto objetivando,
INdiretamente, a glória de Deus; e, também, não a adoração misturada que às
vezes existe em alguma ações de alguém, por exemplo, cantarolando um hino
cristão de modo a marcar o ritmo de suas pedaladas de bicicleta/ escutando
Bíblia em inglês com objetivo duplo, espiritual e de aprender a língua/ etc.).
Esta interpretação é totalmente impossível, pois versos 3 a 5 mencionam vários
instrumentos de sopro e de percussão em tal ocasião, ao passo que, no VT,
somente dois instrumentos, o saltério e a harpa (instrumentos semelhantes, da
mesma família da lira), podiam ser usados dentro do Templo (ver sumário de prova
disto, abaixo, na seção 3), e ambos são instrumentos de cordas, instrumentos de
cordas dedilhadas (isto é, cordas tangidas uma a uma, em distinta sucessão), são
instrumentos basicamente para tocar a melodia, no máximo a harmonia (se dois (ou
mais) desses instrumentos forem adequadamente tocados soando notas harmônicas ao
mesmo tempo); o saltério e a harpa não são instrumentos apropriados para
fortemente enfatizar fortes e sensuais ritmos como aqueles a princípio usados
para atração e preparação sexual ou para adoração a deuses do paganismo, tais
como rock, samba, etc., os quais, infelizmente, estão entrando em corações e
lares e igrejas de crentes desavisados. Ademais, mesmo o saltério e a harpa
silenciavam nos momentos mais solenes do culto.
Se instrumentos de percussão (tais como os mais potentes tambores) ou de sopro
(tais como potentes cornetas e trombetas), que podem ser ouvidos a quilômetros
de distância, podiam ser usados fora do Templo (para chamar o povo), de modo
nenhum, jamais, podiam ser usados dentro do Templo; ademais, na hora do culto,
tais instrumentos de sopro ou de percussão não podiam ser tocados nem mesmo do
lado de fora do Templo! ...
Estude intensamente
http://solascriptura-tt.org/LiturgiaMusicaLouvorCulto/MetaisCordasPercussaoNaIgreja-MetropolitanTabernacle.htm
. (ver sumário de prova disto, abaixo, na seção 3)
Ora, a Bíblia nunca contraria a si mesma, nem 1 mm, nem por 1 segundo,
particularmente se numa mesma dispensação, se lidando com o mesmo povo, da mesma
nação de Israel! É impossível que o VT numa sua parte proíba instrumentos de
percussão e de sopro na exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura
(quando sendo usados exclusivamente na adoração mais direta e cerimonial de
todos os tempos), por Israel, no Templo, e noutra parte o VT permita e até
ordene (!) o uso deles, exatamente nesta mesma situação! ...
Há de haver outra interpretação que esta (que toma "Seu santo lugar" como sendo
o Templo, no VT). Há de haver outra interpretação 100% permitida e recomendada
pelo hebraico e pela exegese, 100% obedecendo à sã interpretação mais simples e
literal, interpretação harmônica com a dispensação, harmônica com o contexto e
com a Bíblia como um todo!
2ª interpretação: "Seu santo lugar" significa um desfile militar- cívico por
Israelitas nas RUAS da Jerusalém terrestre, por ocasião da inauguração do reino
milenar. (Não uma exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura, dentro do
TEMPLO, numa ocasião sem similar, comemorando a vitória de Armagedom e a vinda
do Rei.)
O argumento é a alegação de que o contexto do Salmo 150, continuando o do Salmo
149, parece ser o de um desfile militar-cívico de Israel, numa ocasião sem
precedentes, a comemoração da vitória de Armagedom. Como o Espírito Santo é o
real autor de cada palavra e o seqüenciador- canonizador de toda a Bíblia (mesmo
que Ele tenha decidido, ao assoprar Suas palavras, sempre as escolher do
vocabulário e estilo de quem Ele usou como escritor), então foi Deus, o Espírito
Santo, quem colocou os Salmos 149 e 150 vizinhos e nesta ordem, e fez escrever
cada letra de cada palavra desses salmos, portanto o contexto dado pelo Salmo
149 deve, tem que ser levado em conta no entendimento do Salmo 150.
Bem, esta interpretação não é totalmente impossível, mas nos parece muito
improvável, porque a adoração vista no Salmo 150, mesmo não ocorrendo dentro do
Templo, tem certas características que a fazem parecer mais que um desfile
militar ou comemoração cívica de Israel e, sim, uma exclusiva adoração direta-
total- e- sem- mistura (mas veremos que isto será no terceiro céu, não na
terra).
Ora, revisamos todas as ocorrências, no VT, das 7 palavras deste Salmo que são
instrumentos musicais diferentes do saltério e da harpa (os únicos permitidos
dentro do Templo, a tempo da exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura,
propriamente dita):
- Quanto às 63 ocorrências da palavra "trombeta" (07782), elas são vistas
convocando o povo para culto de adoração ou para guerra, dirigindo ações
militares, avisando de perigos, e de outros modos diversos;
- As 17 ocorrências da palavra "tamborim" (08596) aparecem em escolhas não
ordenadas nem sancionadas por Deus, mas sim feitas pelos homens em festividades
espontâneas da parte deles;
- Vimos as 6 ocorrências da palavra "machowl" (04234) (traduzível como "alegre
girar numa roda", ou como "flauta volteante (isto é, flauta que dá voltas, seja
no seu tubo, ou no modo de tocar, talvez com repetições ou volteios)", ou como
"coral que responde em eco", conforme o contexto);
- Semelhantemente com as palavras "instrumentos de cordas", com "órgãos", com
"címbalos" (muitos estudiosos acham que eram usados como metrônomos,
sincronizando o tempo);
mas nenhum desses 7 instrumentos (fora saltério e harpa) jamais foram ordenados
por Deus para serem tocados durante exclusiva adoração direta- total- e- sem-
mistura a Deus, quer dentro do Seu Templo ou em qualquer outro local (a começar
pelo terceiro céu) reservado exclusivamente para isso.
3ª interpretação: "Seu santo lugar" significa as vias públicas da Nova Jerusalém
(na eternidade, quando aquela santa e celestial cidade pousará sobre a terra,
mas ninguém com presença de pecado existirá fora do Lago de Fogo), por ocasião
de regulares adorações diretas- totais- e- sem- mistura a Deus, mesmo não mais
havendo o Templo na eternidade.
Bem, esta interpretação não é totalmente impossível. O argumento de muitos é
que:
- Adão e Eva estavam sempre totalmente despidos antes da queda, sem isso ser
pecado nenhum da parte deles;
- depois da queda, nós não devemos andar por aí despidos;
- mas, na eternidade, sem a presença do pecado, pode ser que Deus de novo
permita que todos, pelo menos às vezes, estejam despidos sem nisso pecarem.
- Semelhantemente, Deus hoje pode proibir certos instrumentos musicais e certas
outras coisas, porque Ele sabe que isto inevitavelmente será mau para nós, mas
pode permiti-los na eternidade futura, quando não mais haverá a possibilidade de
presença de pecado.
Mas julgamos que esta interpretação dificilmente seja a melhor ou a mais
provável. Não vemos na Bíblia nada que indique que poderemos voltar a viver nus,
desta feita por toda a eternidade futura (ao contrário, na eternidade futura,
nós, os salvos, estaremos vestidos de linho fino, branco e puro Ap 19:14).
Portanto, parece-nos ser sábio assumir que proibições de coisas associadas ao
pecado neste presente mundo serão proibições mantidas durante toda a eternidade,
mesmo não mais havendo então a presença de pecado nenhum. Por isso, não podemos
conceber que nenhum tipo literal de instrumento musical que foi proibido na
exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura no VT será permitido em
exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura em qualquer tempo, mesmo na
eternidade futura e sem a presença de pecado.
4ª (e melhor) interpretação: "Seu santo lugar" significa o (terceiro) céu, por
ocasião de regulares adorações diretas- totais- e- sem- mistura, a Deus, e os
instrumentos musicais são figurativosde facetas do louvor dento da alma e
espíritodos salvos que ali estão.
John Gill aponta R. Moses como defendendo esta posição. Na verdade, muitos
(talvez a maioria dos antigos e conservadores) pregadores, exegetas, e
comentaristas, também defendem esta interpretação, como, por exemplo, na
anotação da Bíblia de Genebra 1599:
1 Praise ye the Lord. Praise ye God in his Sanctuary (a): praise ye him in the
firmament (b) of his power.
(a) That is, in the heaven.
(b) For his wonderful power appears in the firmament, which in Hebrew is called
a stretching out, or spreading abroad, in which the mighty work of God shines.
2 Praise ye him in his mighty Acts: praise ye him according to his excellent
greatness.
3 Praise ye him in the sound of the trumpet: praise ye him upon the viol and the
harp.
4 Praise ye him with timbrel and flute: praise ye him with virginals and organs.
5 Praise ye him with sounding cymbals: praise ye him with high sounding cymbals.
6 Let everything that hath breath praise the Lord. Praise ye the Lord.
Nosso argumento é que a cláusula seguinte ("no firmamento do Seu poder") pode e
deve ser vista como uma repetição, um paralelismo expressando a mesma idéia da
presente cláusula; em outras palavras, um hebraísmo por pleonasmo, uma repetição
por sinonímia, tão comum no VT. Notemos que, uma vez que no (terceiro) céu
não há ar, então também não há vibrações sonoras, não há som no sentido físico
usual, não há instrumento material, não há instrumento musical no sentido físico
usual, não há nenhum átomo de matéria nenhuma, mas apenas seres imateriais,
espirituais. Portanto a linguagem de Salmo 150, forçosamente,
incontornavelmente, tem que ser figurada, e todos os 9 instrumentos mencionados
neste Salmo podem e devem ser tomados como referindo-se a maravilhosas facetas
de inaudíveis mas maravilhosos "sons da alma", inefável música celestial dentro
do coração (imaterial, espiritual) adorador (Jo 4:23-24; Ef 5:19; Cl 3:16).
"23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai
em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. 24
Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em
verdade." (Jo 4:23-24 ACF).
"Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e
salmodiando ao Senhor no vosso coração;" (Ef 5:19 ACF)
"A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria,
ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos
espirituais, cantando ao SENHOR com graça em vosso coração." (Cl 3:16 ACF)
Mais uma vez, citemos algumas partes do artigo "Salmo 150: Dançando no
Santuário?", do presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes, 2010/2011:
"Uma evidência a favor desta tradução e interpretação é que, no mesmo verso,
somos chamados a adorar a Deus [H:tanto] no Seu "santuário" como no [H:Seu]
"firmamento", o qual declara o seu poder. Se considerarmos que aqui no verso 1
temos um caso de paralelismo, tão comum na poesia hebraica, conclui-se que,
aqui, santuário e firmamento são a mesma coisa:
"... Louvai a Deus no seu santuário;
louvai-o no firmamento do seu poder." (Salmos 150:1 ACF)
Encontramos o mesmo paralelismo no Salmo 11.4:
"O SENHOR está no seu santo templo,
o trono do SENHOR está nos céus; ..." (Salmos 11:4 ACF)
Fica evidente que o santo templo de que fala o salmista são os céus, onde Deus
tem o Seu trono.
Outra passagem é o Salmo 102.19:
"Pois olhou desde o alto do seu santuário,
desde os céus o SENHOR contemplou a terra," (Salmos 102:19 ACF)
Mais uma vez, é evidente que o santuário referido é o céu, de onde Deus observa
os homens.
Levando em consideração o escopo do Salmo 150, o paralelismo hebraico e estes
outros salmos [H: 11 e 102] que identificam o santuário de Deus com os céus, é
perfeitamente possível concluir que aqui, no Salmo 150, "santuário" se refere à
morada celestial de Deus e não ao templo físico de Jerusalém. E, logo, o apelo
do verso 1 pode ser entendido como dirigido aos homens e anjos para que louvem a
Deus, que habita em sua morada celestial."
Citemos uma parte do artigo de The Metropolitan Tabernacle, traduzido por
Valdenira N. M. Silva e armazenado em
http://solascriptura-tt.org/LiturgiaMusicaLouvorCulto/MetaisCordasPercussaoNaIgreja-MetropolitanTabernacle.htm
:
"Que tal Salmo 150? Ele convoca o povo de Deus para louvá-Lo com tamborins,
dança [H:Hélio traduziria por flauta]e órgãos, ao lado dos instrumentos
permitidos para o Templo. (O órgão, como já temos dito, era um instrumento de
sopro com sete a dez flautas.) O Salmo assim começa - 'Louvai ao SENHOR. Louvai
a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder.'
O 'santuário' aqui mencionado é descrito como 'o firmamento do Seu poder' ou
'poderosa expansão' ou 'poderosos céus'. Não é o Templo terrestre, mas sim o
templo do inteiro universo, até mesmo a expansão infinita além do universo, onde
anjos voam ao comando de Deus, e a terra é um pequenino grão de poeira.Como
louvaríamos tal Deus?
O sexto verso do Salmo nos diz que instrumentos [H:matéria inanimada]não podem
eles próprios ser um canal de louvor. Somente coisas que têm fôlego [H:portanto,
vida]podem adorar. Somente almas viventes podem louvar ao Senhor. À luz disto, o
Salmo somente faz sentido quando entendido como um Salmo ricamente figurativo,
usando os tons característicos dos vários instrumentos para descrever as
diferentes emoções da verdadeira adoração [H:exclusiva adoração direta- total-
e- sem- mistura, a Deus].
O puritano David Dickerson expressa isto em seu sumamente aplaudido comentário
sobre os Salmos. Ele observa que
'a pluralidade e variedade destes instrumentos era adequada para representar os
vários sentimentos do homem espiritual ... e para ensinar que o que
deveria mover e inflamar a todos deveria ser as afeições e poderes de nossa alma
para a adoração a Deus. Que melodia cada um [H:ser humano]deveria fazer dentro
de si mesmo! ... , para mostrar a excelência do louvor de Deus, a
qual nenhum instrumento, nenhuma expressão do corpo, poderia adequadamente
expressar, seja com trombeta, saltério, etc.'
...
O pregador escocês Andrew Bonar escreve:
'Na enumeração que este salmo faz de instrumentos musicais, há uma referência à
variedade que existe entre os homens quanto ao modo de expressar alegria, e
quanto ao modo com que acendem seus sentimentos.'
Em outras palavras, este salmo lista os instrumentos não como se devessem ser
literalmente usados, mas como representando a faixa de emoções que compõem a
adoração sentida no coração [H:espiritual]. Os instrumentos são puramente
figurativos ou representativos. Esta é a interpretação tradicional deste Salmo.
A trombeta (verso 3) representa a nota da vitória. Nosso louvor deve ser
ressonante, triunfante e exaltado.
O saltério e a harpa dão os doces, doces tons da gratidão e do amor. O louvor
deve ser cheio de sentimento.
O tamborim e a dança [H:Hélio traduziria por flauta](verso 4) falam das
efervescentes energia, esforço e entusiasmo de crianças e adolescentes
envolvidos em uma atividade favorita. O louvor necessita e exige todas estas
qualidades no coração [H:não em instrumentos inanimados, não em gestos e
requebros]do adorador.
Órgãos eram instrumentos de prazer ao invés de adoração, portanto somos aqui
relembrados que o verdadeiro louvor deve ser o mais elevado deleite dos crentes,
não meramente uma obrigação.
O quinto verso traz os altos e ressonantes címbalos, uma óbvia alusão ao volume,
força e poder do digno louvor.
Um estudo Bíblico bastante popular [H:somente nesses últimos dias, que a Bíblia
diz que são como os de Noé antes do dilúvio]observa, a respeito deste Salmo, que
o escritor convoca para o louvor com todos os tipos de instrumentos musicais
[H:inclusive os de carnavais, bacanais, cabarés, feitiçaria, macumba, e
satanismo direto: cuíca, reco-reco, bombo, surdo, zabumba, maracá, pandeiro,
berimbau, etc.]. Mas tomar esta visão muito literal deste Salmo produz uma grave
contradição na Bíblia. Deus é visto fazendo firmes regras [H:a respeito do uso
de instrumentos na exclusiva adoração direta- total- e- sem- mistura, a Deus], e
então convocando para quebrá-las. Salmo 150 não poderia cancelar e não cancela
as restrições impostas sobre a música de adoração [H: exclusiva adoração direta-
total- e- sem- mistura, no Templo], no Velho Testamento."
3) PODEMOS NÓS PROVAR QUE, DENTRO DO TEMPLO, O VT SÓ AUTORIZAVA SALTÉRIOS E
HARPAS?
E QUE ELES SILENCIAVAM DURANTE O CULTO PROPRIAMENTE DITO?
Para comodidade do leitor, vamos reproduzir um extrato informal do artigo
http://solascriptura-tt.org/LiturgiaMusicaLouvorCulto/MetaisCordasPercussaoNaIgreja-MetropolitanTabernacle.htm:
No Velho Testamento, Deus pôs restrições muito firmes no uso dos instrumentos
[H:musicais]. Instrumentos eram permitidos, mas somente alguns [deles], e
somente em determinados instantes.
Antes de tudo, temos que ter em memória uma regra vital da Bíblia – que DEUS
SEPARA A ADORAÇÃO DIRETA A ELE (um grupo reunido no Templo ou como igreja) DE
TODAS AS OUTRAS COISAS FEITAS PELOS SEUS FILHOS. Tudo que fazemos em vida tem
que ser feito para Sua glória, mas adorá-lo diretamente é uma atividade especial
e única, governada por regras e diretrizes, ambas especiais.
O Velho Testamento fala de pelo menos 8 tipos de instrumentos comumente usados
pelas pessoas daqueles dias, e que todos eles eram permitidos na vida cívica,
social e privada. No entanto, APENAS 4 (QUATRO) DESSES INSTRUMENTOS ERAM
PERMITIDOS NA ADORAÇÃO DIRETA PRESTADA NA CASA DE DEUS.
INSTRUMENTOS BANIDOS NO TEMPLO
Flautas. Lemos de vários tipos de instrumentos da família da flauta, tais como a
'flauta' (halil) – uma flauta com três ou quatro orifícios, tocada
transversalmente. Lemos do 'dulcímero' – uma flauta dupla. Mas nenhum tipo de
tais instrumentos de sopro era permitido na adoração no Templo.
Outros instrumentos usados pelos judeus, mas excluídos do Templo, foram o
'tamborim' e o 'órgão', sendo este uma enorme gaita-de-boca ajuntando 7 a 10
flautas (provavelmente com palhetas) [H:talvez como a gaita escocesa, que
consideramos dar o som mais feio do mundo, mas é muito gaiata e estridente,
podendo ser ouvida de longe]. Todos estes instrumentos poderiam ser usados para
recreação e para festas cívicas ao ar livre, mas não na casa de Deus. Portanto,
está errada a moderna alegação de que qualquer coisa podia ser usada na adoração
direta a Deus, na Sua casa.
ORDENS ENFÁTICAS
A restrição é claramente especificada na Bíblia. Em vários textos (1Cr 15:16,28;
16:5,6,42; 25:1,6), lemos dos instrumentos que, por divina inspiração, foram
indicados nos tempos de Davi para serem usados em adoração direta no Tabernáculo
e no Templo. Veremos, depois, que estes instrumentos, limitados em tipo e
número, foram cortados ainda mais para adoração direta fora do Templo [H: feita
"em menor escala"], quer prestada privadamente, quer feita localmente em
pequenos imóveis ou de casa em casa, em cada cidade ou vilarejo. Os instrumentos
do Templo eram
- saltério (oualaúdes), tocados somente pelos Levitas;
- harpa, tocados somente pelos Levitas; e
- címbalos, tocados somente pelos Levitas [ver nota i, abaixo]
- trombetas (inclusive as cornetas, oubuzinas), tocadas somente pelos
sacerdotes, para propósitos especiais [ver nota ii, abaixo].
Estes quatro instrumentos eram somente metade do número de instrumentos em uso
comum naquele tempo.
E disse Davi aos chefes dos levitas que constituíssem, de seus irmãos,
cantores, para que com instrumentos musicais, com alaúdes, harpas e címbalos, se
fizessem ouvir, levantando a voz com alegria. (1Cro 15:16)
E todo o Israel fez subir a arca da aliança do SENHOR, com júbilo, e ao som de
buzinas, e de trombetas, e de címbalos, fazendo ressoar alaúdes e harpas. (1Cro
15:28)
Era Asafe, o chefe, e Zacarias o segundo depois dele; Jeiel, e Semiramote, e
Jeiel, e Matitias, e Eliabe, e Benaia, e Obede-Edom, e Jeiel, com alaúdes e com
harpas; e Asafe se fazia ouvir com címbalos; Também Benaia, e Jaaziel, os
sacerdotes, continuamente tocavam trombetas, perante a arca da aliança de Deus.
(1Cro 16:5-6)
Com eles, pois, estavam Hemã e Jedutum, com trombetas e címbalos, para os que
haviam de tocar, e com outros instrumentos de música de Deus; porém os filhos de
Jedutum estavam à porta. (1Cro 16:42)
E Davi, juntamente com os capitães do exército, separou para o ministério os
filhos de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, para profetizarem com harpas, com
címbalos, e com saltérios; e este foi o número dos homens aptos para a obra do
seu ministério: (1Cro 25:1)
Todos estes estavam sob a direção de seu pai, para a música da casa do SENHOR,
com saltérios, címbalos e harpas, para o ministério da casa de Deus; e Asafe,
Jedutum, e Hemã, estavam sob as ordens do rei. (1Cro 25:6)
No tempo do rei Ezequias, estas regras foram reafirmadas em 2Cro 29:25-26:
'E pôs os levitas na casa do SENHOR com címbalos, com saltérios, e com harpas,
conforme ao mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã;
porque este mandado veio do SENHOR, por mão de seus profetas. Estavam, pois,
os levitas em pé com os instrumentos de Davi, e os sacerdotes com as trombetas.'
Apenas 3 tipos de instrumento deviam ser tocados pelos Levitas, e 1 tipo pelos
sacerdotes. Mas de que modo eles foram usados? Os versos seguintes nos
respondem:
'27 E Ezequias deu ordem que oferecessem o holocausto sobre o altar. E, ao tempo
em que começou o holocausto, começou também o canto do SENHOR, com as trombetas
e com os instrumentos ordenados pelo poder da mão de Davi, rei de Israel. 28 E
toda a congregação adorou prostrada, e os cantores cantaram, e as trombetas
foram tocadas; tudo isto até o holocausto se acabar. 29 E, acabando de o
oferecer, o rei e TODOS quantos com ele se achavam se prostraram e adoraram.'
(2Cr 29:27-29 LTT)
Foi a música caracterizada por forte ritmo? A idéia de que o foi é pura
especulação. Somos ensinados que as trombetas chamavam o povo para as
assembléias solenes, e acompanhavam a queima das ofertas – uma atividade séria e
solene, causando temor e reverente assombro, e mesmo vergonha e humilhação. O
termo hebraico para 'solenidade' aparece na descrição destes atos de adoração. À
luz disto, é sumamente provável que as trombetas e címbalos fossem tocadas para
mover os corações à reverência e gravidade (os címbalos mantendo o tempo do
cântico, como um metrônomo: tic-tac-tic-tac ... ). EMPURRAR NESTAS PASSAGENS DE
REVERENTE ADORAÇÃO A IDÉIA DE 'MÚSICA MODERNINHA E RITMADA' É VIOLENTAR A
BÍBLIA, É 'FORÇAR A BARRA'.
Naturalmente, adoração tem um forte elemento de alegria pura. Mas comparar as
orquestras do Tabernáculo e do Templo com as modernas bandas de sensual,
arrebatador, enlouquecedor ritmo pulsante, é obviamente absurdo: mesmo porque
observamos que não havia nenhuma bateria de tambores/ bombos/ atabaques/
repiniques/ surdos/ zabumbas/ bongôs/ tamborins/ pandeiros/ maracás/ afonchês/
cuícas/ etc. naquelas orquestras (como há hoje sobre as plataformas de
muitíssimas igrejas).
Também observamos que os instrumentos tocavam somente durante a queima da
oferta, e então a música parava, e [H:'o rei e TODOS quantos com ele se achavam
se prostraram e adoraram.' Isto é,] cada pessoa continuava a adorar sem
instrumentos (2Cro 29:28-29, acima).
No tempo de Davi, a orquestra da casa do Senhor parece ter consistido de vinte e
sete músicos (1Cro 25:1-5). Se este é um entendimento correto, então tal
orquestra era extremamente modesta para acompanhar o cantar de um enorme número
de adoradores [ver nota iii, abaixo]. DESTA PROVISÃO EXTREMAMENTE PEQUENA,
TORNA-SE CLARO QUE A MÚSICA NÃO TINHA O OBJETIVO DE DOMINAR OU DISTRAIR DA
ADORAÇÃO INTELIGENTE E DOS SENTIMENTOS PROFUNDOS [H:ESPIRITUAIS].
Séculos depois, quando a adoração do Templo foi restaurada por Esdras e Neemias,
a restrição aos quatro tipos de instrumentos foi escrupulosamente seguida,
confirmando que era a regra obrigatória para os judeus. (Ver Esd 3:10 e Ne
12:27.)
Quando, pois, os edificadores lançaram os alicerces do templo do
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(se não der "setenta" de novo)






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