Cada vez gosto menos de política
É so chegar à eleição para transformar a minha querida São Paulo. O sistema do Metrô, que funciona sempre tão perfeitamente começa a falhar, os trens seguem a mesma tendência, logo os “movimentos sem qualquer coisa” resolvem ocupar espaços públicos, queimar pneus em avenidas, parar o trânsito... Parece uma orquestrada maneira de dizer que a cidade é a pior do mundo. Pior ainda, aparece candidato a prefeito saído de não sei onde dizendo que existe aqui um “apartheid”, logo aqui em que a população mais rica mora ao lado da favela e ambos moradores trabalham juntos, independente de nada mais e jogam bola juntos e também fazem churrasco idem.
Pesquisas direcionadas nos enfiam goela abaixo, dados contrários ao que ouvimos entre amigos e parentes. Parece um mutirão que não admite perder a eleição por nada, custe o que custar. A única coisa que importa é o poder a qualquer preço.
Dia depois da eleição: eleitores devidamente estuprados e esquartejados; ainda começa a divisão da coisa pública. É cargo pra esse, verba praquele, mensalão acolá. Nesse ínterim a máquina vai engordando assustadoramente. Sem concursos, caneta mesmo!
Será treinamento para fabricar ditadura?
Regis Copperfield
Texto extraído do BI 7993 – 19/10/2012
Diretoria Social
Enviado por: A. Ehieh – Voluntário






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